Segredos Que Ninguém Conta | Tudo&Etc


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  • Era um passeio comum. Eu e ele. Como sempre. Nosso namoro se resumia a muito sexo e passeios aos finais de semana. Fomos ao cinema e ele disse que me daria um presente. Pediu que eu escolhesse uma calça, que empinasse bem o meu bumbum. Entramos na minha loja favorita. Escolhi alguns modelos. A loja estava relativamente vazia. Ele sentou em frente ao provador e a cada calça que eu experimentava, saía para que ele visse. Cada uma mais linda que a outra.

    Na terceira calça ele passou a mão na minha bunda. Um arrepio delicioso subiu pela minha espinha. Minha boceta simplesmente encharcou. O beijei cheia de malícia. Nosso tesão um no outro era lindo de presenciar. Num susto, sem que eu pudesse nem dizer não, ele me empurrou de volta ao provador, trancou a porta e me beijou enlouquecidamente, alisando todo meu corpo.

    Dra. do Prazer

  • Sempre temos aquele colega de trabalho que desperta, no mínimo, curiosidade. Comigo não foi diferente. O jeito que ele me olhava me fazia sentir nua. O pior: eu estava adorando. Sabendo que ele tinha a mesma curiosidade, talvez, apostei em provocar. Fazia o que podia: chupava os dedos, olhava, sorria, insinuava coisas. Até que um dia ficamos a sós. Travei. Como agir?

    Pensei: quer saber, se rolar, rolou! Fui-me dando a chance de conversar sobre quaisquer outras coisas. Tirei do foco a tensão sexual que existia entre nós. Mas não foi possível. Estava claro que era comum aos dois. Minha mão esbarrou na dele, num dos movimentos bruscos que fazemos quando estamos atrapalhados. Ele gostou. Segurou firme. Olhou pra mim e disse: te encontro após o expediente.

    Senti minha boceta estremecer. Minhas pernas adormeceram. O tesão subiu de tal forma, que meu rosto ruborizou. Fato é que estava totalmente excitada e envolvida por aquele cara. As horas pareciam não passar. Era incrível como eu desejava estar com ele. O olhar, o cheiro, algo me puxava para ele. O expediente acabava por volta de 17:30. Às 17:10 pensei desesperada: banho. Não tomei banho. Logo corri para o banheiro, de maneira a improvisar uma limpeza, ainda que superficial. Como poderia eu estar planejando uma noite intensa de sexo com meu colega de trabalho?

    Até pensar na ideia me consumia de desejo. Imaginar as mãos dele me agarrando. Imaginar o pau dele me penetrando. Subia um arrepio gostoso na espinha. Ajeitei-me e deixei o relógio marcar 17:40. Não queria parecer ansiosa, mas despretensiosa. Bobagem minha, já que queria estar com ele. O engraçado é que não envolvia sentimento. Eu não queria namorá-lo. Queria apenas dar para ele. Ter uma transa alucinada. Era totalmente sexual.

    Quando saí do elevador ele estava me esperando. Meio sem jeito, indicou por onde deveria ir, para chegar até o carro. Perguntou se eu queria ir a um lugar específico e eu disse que não, que deixaria à escolha dele. No caminho até o carro, nenhuma palavra. Apenas aquela tensão. Ele abriu a porta do carro dele. No banco da frente, apenas o casaco dele. Puxei o casaco e sentei. Estava com uma saia que ia até o joelho e uma camisa social. Ele de terno e gravata, como o escritório pedia. Coloquei o casaco dele sobre meu colo. Estava completamente tensa.

    Ele olhou e disse que me trouxera ali por que gostaria de saber o que rolava entre nós. O que eram aqueles olhares. Perguntei a mesma coisa. Rimos sem graça. Ele pegou a minha mão, quente. Olhou e disse que tinha uma vontade imensa de mim. Minha boceta encharcou. Se ele pudesse sentir, certamente me atacaria. O cheiro do tesão exalava de nós dois. Fato consumado: os dois queriam. Ele disse que iria me levar para um lugar em que os colegas de trabalho não nos vissem. Preferi assim.

    Dra. do Prazer

  • Sabe aquele cara que você se aproxima como amiga, mas você quer muito ficar com ele? Então. Éramos assim. Aproximei-me dele com a intenção de ficar com ele. Mas ele namorava uma amiga minha. Tive toda a paciência de escutar sobre as brigas, ele de saco cheio, as futilidades dela (como se eu não a conhecesse). Até que um dia ele veio com a conversa de que não aguentava mais, que tinha perdido o tesão nela. Pensei: é minha chance.

    Nessa hora, quase que num impulso, aproximei-me dele, encostando a cabeça dele nos meus seios, como se oferecesse, colo. Acariciava o rosto dele cheia de malícia. Dava beijos na testa, enquanto ele me contava o que estava de errado. Num determinado instante, ele levantou a cabeça e me olhou. Senti minha buceta molhar inteira. A sensação de que era a hora veio tão forte, que não me contive: beijei-o com todo tesão que estava acumulado durante aquele tempo todo em que fui sua amiga.

    À medida que o beijava, fui correspondida. Não senti qualquer culpa com relação a minha amiga. Sempre quis aquele homem e ele estava me correspondendo. E eu ia provar que era muito melhor. Que mulher nunca se sentiu assim? Competindo? Não sou diferente. Era melhor e ia provar isso. O beijei com intensidade. Com vontade. Naquele afã, nem pensei e já desci minha mão por sua cintura, buscando seu pau. Surpreendentemente, estava rígido, me querendo.

    As mãos dele encontraram meus seios. Puxei uma delas e coloquei dentro da minha saia. Queria que ele sentisse como minha buceta clamava por aquele momento. Ele suava. Sem tirar minha roupa, apenas me apalpando, me deitou no chão, com ímpeto que nunca havia visto. Abriu as calças num desespero faminto e enfiou o pau com tudo.

    Ele estocava o pau no fundo e gritava “vadia gostosa”. Quando senti que ele ia gozar, falei para ele parar. Não queria que aquele momento acabasse assim. Pedi pra ele deitar. Queria mostrar que eu era uma vadia mesmo, gostosa, ordinária, mas louca por ele.

    Pedi pra ele deitar. Quando deitou, sentei no pau dele, devagar, deixando cada centímetro sumir à vista dele. Quando tudo tava encaixado, enfiei um dedo na buceta, buscando o meu gozo. Tirei o dedo melado e comecei a tocar meu clitóris. Cavalgava e me tocava. E ele alisava meus seios. Gozei uma, duas, três vezes. Ele já estava desesperado e disse que gozaria.

    Eu falei baixinho pra ele: jorra sua porra quente em mim. E senti aquela porra deliciosa, no fundo da minha buceta, e continuei num ritmo mais brando, até a respiração dele voltar ao normal. Na mesma posição, apenas deitei no peito dele. Não fiz qualquer pergunta. Ainda que ela aquela tivesse sido a única vez, já teria valido a pena. Que bom que não foi!

    Dra. do Prazer

  • Hoje a sua Doutora do Prazer volta para contar mais um segredinho, preparados? Hoje vou confessar um segredinho recente bem safado, quando o meu novo chefe chegou e eu morri de tesão…

    Não sei o que me deu aquele dia, mas não conseguia nem me concentrar no trabalho. Nunca passei por aquilo antes: um tesão incontrolável, que fazia minha buceta doer. Em meio a tanto tesão, ele entrou na sala, sorridente: meu novo chefe. Senti meu corpo inteiro arrepiar e minha buceta se contrair. Cumprimentou a todos com aperto de mão e tapinha nas costas, mas quando cruzou seu olhar com o meu, tudo mudou. Ele parecia estar me vendo nua, o que me deixava mais excitada ainda. Se aproximou, lindo, e me abraçou. Aquele cheiro era incrível. Minha buceta já doía de tanto tesão. Aquele abraço durou poucos segundos, mas parecia a eternidade.

    Dra. do Prazer

  • Oi pessoal, hoje ressucitamos uma coluna que fez muito sucesso com os leitores nos primeiros meses do blog e era escrita por nossa colaboradora Poste. Para quem não se lembra o Segredos que ninguem conta é uma coluna quase que “confessionário” onde a autora conta suas aventuras amorosas, sexuais e pessoais, todas as histórias verídicas! Ela deixou de ser escrita quando a nossa querida Poste “esgotou” suas histórias pessoais e para manter a essencia da coluna que são histórias reais preferimos dar um tempo até ter outra corajosa para contar seus segredos! E agora nós passamos este espaço de segredos picantes para a nossa nova colaboradora: a Dra. do Prazer! Novas histórias, novas confissões para vocês se deliciarem e compartilhar de seus segredos mais cabeludos! Vamos começar! Não esqueçam de comentar o que acharam do segredinho!

    Era só um beijo. Começou assim. Aquela escuridão imensa, apenas algumas árvores servindo de guarda costas e a luz da lua a deixar claro que não estávamos sós. Ele tentava passar a mão no meu peito como quem desbrava terra nova. Eu estava num misto de indignação (afinal, era a primeira vez que ficávamos) com muito tesão. Segurava aquela mão grande e decidida cada vez que achava que ele estava abusando… Mas ele valorizava mais no beijo…

    Dra. do Prazer

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